Qual a diferença entre educação financeira pessoal e familiar.

Administrar o próprio salário pode ser um grande desafio para muitas pessoas. Se você é uma delas, provavelmente já se pegou pensando em como algumas pessoas que ganham o mesmo que você conseguem economizar e realizar muito mais coisas... Pode parecer inveja, mas na verdade é um pensamento importante para dar o primeiro passo em busca de um rendimento melhor.  

Esse primeiro passo é reconhecer que você precisa de ajuda para aprender a economizar mais e melhor. A educação financeira pode não apenas livrar você do "vermelho", mas também fazê-lo sair da situação de "refém" das contas, para finalmente ter uma economia efetiva para realizar os seus sonhos!  

Saiba mais sobre a importância da educação financeira pessoal e familiar.  

O que é educação financeira? 

Educação financeira é aprender a ter consciência sobre o valor ganho, o valor gasto e os itens (produtos e serviços) que são necessários ou não em sua vida. Também passa por reavaliar a sua visão pessoal sobre o dinheiro, mudando o modo padrão de pensamento. O objetivo é que você tenha muito claro o que fará com o dinheiro que ganha e passe a valorizar cada centavo antes de gastá-lo! 

É importante ter em mente que não se trata de não gastar nada e viver só passando vontade! Basta uma melhor ponderação para não cometer exageros, especialmente quando o seu salário estiver apertado... É assim que, pouco a pouco, as pessoas caem na "armadilha" do consumo e voltam ao ciclo de endividamento todo santo mês!  

Essa prática de gastar pequenas quantias ao longo do mês em diferentes lugares pode ser comum na vida de solteiro, com menores comprometimentos e responsabilidades... Agora, quando há uma família para sustentar, a educação financeira se faz vital, pois o exagero num dia pode representar, no dia seguinte, a falta de produtos essenciais para uma criança ou um idoso que você ama!  

O que é educação financeira familiar? 

O envolvimento da família é, portanto, muito importante para sua educação financeira. O crescimento em grupo favorece o seu comprometimento pessoal e a sua dedicação familiar, reduzindo muitas vezes o estresse gerado pelo constante endividamento.  

No entanto, o maior problema dos gastos é que, quando há crianças, elas não têm renda para auxiliar no equilíbrio das contas e geram necessidades de gastos significativas para o orçamento doméstico já tão apertado... 

Aí vai a dica: separar o que é desejo e o que é necessidade de consumo é a base para a educação financeira familiar. Brinquedos da moda (especialmente os mais caros) para uma criança que costuma brincar muito mais em tablet ou celular talvez seja muito mais um desejo do que outra coisa...  

A educação financeira familiar também pode ter objetivos de longo prazo e de valor muito maior quando cada membro da família contribui para um objetivo comum. Um exemplo louvável é guardar dinheiro na poupança ou fazer investimentos para ter um maior rendimento e investir na educação dos filhos ou na aposentadoria. 

Educando-se financeiramente é até possível subir de classe social, especialmente se você aprender a fazer bons investimentos financeiros! 

Como fazer educação financeira infantil? 

Fazer uma criança ou adolescente entender o porquê dos seus gastos, necessidades e desejos, aprendendo desde cedo a administrar o dinheiro pode não ser nada fácil, mas é sim possível com muita conversa, exemplos e mãos a massa!  

Algumas escolas já promovem a educação financeira infantil e o objetivo do estado é que a iniciativa seja ampliada nas escolas de todo país. Você pode aplicar a educação financeira infantil com crianças a partir dos 6 anos de idade, pois nesta idade já costumam ter a noção de troca da mercadoria por dinheiro. Veja algumas dicas para envolver a criança: 

  • Use exemplos do universo dela, lúdico; 

  • Faça-a separar brinquedos que usa e doar os que não usa mais; 

  • Compre livros infantis sobre educação financeira; 

  • Dê um cofrinho e uma mesadinha; 

  • Converse sobre como ela gasta sua mesada; 

  • Oriente para que guarde dinheiro para conseguir comprar algo maior; 

  • Não compre tudo o que ela pede; 

  • Ajude a criança a separar desejos e necessidades. 

O objetivo da educação financeira não é ficar rico, mas subir de classe social é uma consequência positiva que pode acontecer, especialmente se você aprender a poupar e, numa etapa mais avançada, arriscar em alguns investimentos financeiros de longo prazo e maior retorno!  

A questão-chave passa sempre pelo autocontrole, na eterna batalha entre seus desejos e necessidades, seu e da sua família! O importante é adquirir uma nova visão sobre os gastos, aprendendo a planejar as finanças para um futuro melhor, sempre com foco no médio e longo prazo.

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