Independência financeira: Como alcançar?

Homem com contas

 

Muitas pessoas sonham sobre como alcançar a independência financeira. Isso porque o tema significa a liberdade completa de não ter que trabalhar para se sustentar ou a própria família.

A maioria das pessoas precisa trabalhar para pagar seus gastos e garantir seu sustento. Elas sabem que se saírem de seus empregos, não conseguirão manter seu padrão de vida. No entanto, a independência financeira não é apenas um sonho. Ela é muito real para algumas pessoas.

E a independência financeira significa viver de renda. E isso é bem diferente de ter que sobreviver através do seu trabalho. O custo de vida fica sendo coberto pela renda que o seu patrimônio traz até você, seja através de rentabilidade de aplicações financeiras, de aluguéis ou dividendos.

Mas como atingir a independência financeira? Como é possível realizar esse sonho? Nesse post iremos mostrar como você pode atingir essa conquista. Leia e compartilhe com seus amigos!

 

Conceito de independência financeira

 

Antes de qualquer coisa, independência financeira é sinônimo de liberdade. Quem é independente financeiramente não tem a necessidade de trabalhar para ganhar o sustento e para manter o orçamento da família. É possível até que a pessoa continue trabalhando, mas porque ela gosta, não por necessidade.

Com a independência financeira é possível parar de trabalhar a qualquer momento, mas isso não irá afetar a qualidade de vida pois existem outras fontes de renda que podem ser usados.

Chega a ser um sentimento estranho esse de se desobrigar do trabalho. Mas isso é positivo, pois pode fazer com que você busque um novo propósito ou trabalhe em projetos que realmente acredita. Coisas que poderão trazer mais alegria para qualquer rotina.

No entanto, aprender a alcançar a independência financeira é uma jornada que traz conhecimentos aprofundados sobre investimentos, além de criar a rotina e o desejo de se acompanhar o desempenho de sua carteira com frequência.

Essa questão do acompanhamento de investimentos é muito importante para quem já alcançou a independência financeira, pois traz segurança de saber quanto essa pessoa possui hoje e o quanto ela ganhou nos últimos tempos. Afinal, os investimentos se tornam a principal fonte de renda de quem atinge a independência financeira.

 

Quanto dinheiro é preciso para atingir a independência financeira?

 

A resposta a essa pergunta é: fazer cálculos. Para chegar ao valor aproximado para atingir a independência financeira é preciso levar em conta alguns fatores fundamentais, como os seus planos futuros, objetivos de curto, médio e longo prazo e os seus custos mensais para deixar as contas em dia, por exemplo.

Isso tudo deve ser considerado no cálculo, fazendo ainda o acréscimo de uma margem de erro que tem como base a inflação, considerando os riscos do mercado, as variações econômicas e demais estratégias financeiras que podem causam algum impacto no desempenho dos investimentos.

Há uma grande diferença entre o custo de uma vida confortável e o custo básico de vida. Assim, quem deseja alcançar as benesses que a independência financeira traz, tendo pequenos luxos e uma vida confortável em um bairro nobre, é preciso fazer um orçamento maior do que um para uma vida mais modesta.

Educadores financeiros utilizam um cálculo simples para descobrir esse custo. Ele consiste em multiplicar o quanto você sonha receber de seus rendimentos todos os meses por 300. Sendo assim, por exemplo, se desejar uma renda mensal de R$10 mil, ao multiplicar por 300, você chegará a R$ 3 milhões.

A conta é realizada partindo da ideia de que uma carteira de investimentos diversificada, que tenha ativos de renda variada e fixa, possa ter uma rentabilidade de 4% ao ano. E esse rendimento significa algo perto de 0.33% ao mês.

 

Como faço para atingir a independência financeira?

 

As projeções e cálculos sempre podem ser uma motivação para qualquer um. Mas para que seus resultados se tornem realidade é preciso pôr a mão na massa. E isso quer dizer que é preciso gastar menos e aumentar o patrimônio.

Nesse momento, um grande aliado é o planejamento financeiro. Criar metas de longo, médio e curto prazo e definir um cronograma para suas próximas ações que possa ser cumprido irá trazer organização para seu plano de viver de renda futuramente.

Existem vários objetivos a serem cumpridos:

· Criar uma reserva de emergência;

· Escolher corretoras; e

· Escolher fundos de investimentos que sejam compatíveis com suas necessidades e com seu perfil, entre outras coisas.

No entanto, você precisa ter em mente que mesmo com todo o planejamento, de vez em quando é preciso fazer ajustes nesse percurso. Se você sentir necessidade, procure a ajuda de profissionais especializados para fazer as melhores escolhas.

A seguir, daremos algumas dicas que podem ajudar no seu planejamento para alcançar a independência financeira. São elas:

 

1. Faça um mapeamento das receitas e das despesas de seu orçamento familiar:

Para definir qual será o caminho mais seguro para atingir a independência financeira, é necessário conhecer o começo desse percurso. Por isso, o ideal é você começar a mapear as despesas e receitas de seu orçamento familiar de hoje.

Para isso, você pode usar um aplicativo ou criar uma planilha. De posse de todas as informações, será fácil perceber que, em geral, poucas pessoas sabem muito bem para onde está indo o seu dinheiro.

Dessa forma, ter consciência de seu orçamento e assumir o seu controle é o passo número um para conseguir ser independente financeiramente.

 

2. Faça a organização da sua vida financeira:

Após fazer o mapeamento de suas despesas e de seus gastos, será preciso organizar as suas finanças. É nesse momento que você cortará supérfluos e mudará padrões.

Se, por exemplo, você costuma pagar as contas através de cartão de crédito, é preciso ter noção de que isso pode levar a um descontrole financeiro. Afinal, você não vai sentir o dinheiro sair da sua conta.

Nessa fase você vai também ficar de olho na sua fatura de cartão de crédito. Se a manter sob controle for uma dificuldade muito grande, é melhor que você comece a pagar as despesas no débito.

Decisões de maior porte também precisam ser tomadas. Será que o momento do mercado não é mais vantajoso deixar seus recursos aplicados do que financiar um imóvel? Tudo isso faz parte da organização financeira.

É preciso ainda fazer essa organização pensando no fluxo de pagamentos anuais. Despesas como o IPVA e o IPTU acontecem uma vez por ano, mas é possível provisioná-los em outros meses, para que você consiga garantir um desconto até mesmo na quitação à vista.

 

3. Crie e adote estratégias que aumentem seus ganhos:

Aumentar as fontes de renda é uma estratégia excelente para investir mais e conquistar sua independência financeira. Existem muitas formas de fazer isso, mas nenhuma é simples. Vamos a algumas delas:

· Busque uma outra ocupação profissional. Os advogados, por exemplo, além de exercerem sua profissão, também podem ser consultores ou professores universitários;

· Aumente seu nível de especialização na profissão. Ao ter em mãos um currículo diferenciado, você pode conquistar oportunidades com maiores remunerações;

· Trabalhe como consultor ou como freelancer em sua área de atuação;

· Crie uma fonte de renda extra passiva, como a venda de infoprodutos; e

· Seja sócio em pequenos projetos.

 

4. Faça mais economia:

Você precisa entender como economizar em todas as áreas da vida. Conforme as pessoas sobem na vida, mais despesas e novos custos aparecem. No entanto, a ideia aqui não é reduzir o conforto ao extremo. É apenas optar por alternativas mais econômicas.

É preciso ter em mente que a regra deve ser viver sempre um degrau abaixo do que o seu nível de renda atual permite. Dessa forma, mesmo que você cresça ainda mais em sua profissão e ganhe mais, a economia precisa continuar sendo feita para que você invista no futuro.

Medidas simples também adiantam ao longo prazo. Gastar menos em transporte, renegociar o plano de saúde, morar mais próximo ao trabalho, mudar a assinatura da internet e da TV a cabo são alguns exemplos.

 

5. Investir de maneira diversificada e melhor:

Um conselho que a grande maioria dos especialistas em finanças dá é que não se deve investir apenas em um lugar ou de uma maneira. É preciso diversificar. E para isso, é necessário estudar muito sobre educação financeira, saber qual o seu perfil de investidor e saber as melhores estratégias para a diversificação de investimentos.

Além de proteger os seus investimentos contra riscos, a diversificação de investimento dá um retorno maior em longo prazo. Isso porque você estará exposto a diversas classes de ativos, conseguindo o melhor de cada uma.

Um dos lugares onde há uma grande quantidade de ativos recomendados para aumentar os lucros em investimentos no longo prazo é a Bolsa de Valores. No entanto, sua volatilidade é maior. Mesmo assim, as ações tendem a performar melhor. Mas para isso será preciso que você escolha boas empresas para investir e usa a mentalidade “buy and hold”.

De qualquer maneira, o segredo nesse item é diversificar e escolher os ativos que façam sentido para o seu perfil e para a sua estratégia.

 

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