10 situações em que o uso de um empréstimo é recomendado

Reunião de negócios

 

Sabemos que fazer um empréstimo nem sempre parece a melhor solução financeira. Afinal, o medo de entrar nas famosas “bolas de neve” de dívidas é grande. Porém, é preciso desmistificar essa ideia, porque em muitas circunstâncias, solicitar esse tipo de crédito é sim a melhor alternativa para resolver alguma questão pontual e equilibrar a sua vida financeira. E com organização e planejamento, esse empréstimo não vai prejudicar o seu orçamento no futuro!

A seguir, vamos listar algumas situações nas quais o empréstimo é recomendado para quem precisa “desafogar”. Leia com atenção e verifique se você se identifica com alguma delas no seu cenário atual.

 

Pagar o cartão de crédito ou cobrir o cheque especial

 

Talvez você esteja se perguntando: fazer uma dívida para pagar outra? Será mesmo uma boa escolha? Quando se trata de dívidas de cartão de crédito ou de cheque especial, o empréstimo pode ser a melhor forma de se livrar delas e isso pode ser explicado em três palavras: taxa de juros.

O rotativo do cartão de crédito e o cheque especial apresentam juros muitos altos, que podem facilmente chegar à marca de 300% ao ano! No caso do empréstimo pessoal, essa taxa vai depender da instituição financeira que conceder o crédito, mas ela costuma ser a partir de 10% ao ano, ou seja, até 30 vezes mais barata.

Faça uma simulação: se você negociar todo o saldo devedor do seu cartão de crédito e parcelar em 10x, qual será o valor total pago? Certamente ele será muito maior do que o valor total de um empréstimo feito para pagar essa dívida à vista! Além disso, com a possibilidade de pagar em uma única parcela, você ainda consegue negociar um bom desconto com a operadora do cartão de crédito!

Para quem entrou no cheque especial, a lógica é a mesma. Além disso, vale a pena chamar atenção para essa questão: o cheque especial é um limite emergencial que deve ser utilizado apenas em situações esporádicas e necessárias. Porém, como os juros são altos, uma vez que você entre nesse limite, torna-se cada vez mais difícil sair dele e voltar a ficar no “verde”. Então, se esse é o seu caso, considere a alternativa de solicitar um empréstimo, cobrir o valor usado do cheque especial para não continuar utilizando esse limite cotidianamente.

 

Financiar os estudos

 

As universidades públicas têm se mostrado cada vez mais concorridas e as bolsas em instituições particulares são escassas. Sabemos que as mensalidades de um curso superior têm um valor bastante alto e nem mesmo representam o total de custos que uma pessoa vai ter quando ingressa nessa etapa. Até porque, os salários de quem não possui terceiro grau completo tendem a ser mais baixos, tornando inviável esse investimento.

Mas perceba o termo que usamos para nos referir a essa situação: investimento! A educação é um dos investimentos com retorno mais garantido, porque abre as portas para uma carreira de maior sucesso, tanto do ponto de vista financeiro, viabilizando maiores salários, quanto do ponto de vista de realização pessoal.

Por isso, se a sua ideia é custear um curso superior ou algum outro tipo de ensino que vai lhe abrir portas para um avanço profissional, o empréstimo é uma boa solução.

 

Limpar o nome

 

Estar com o nome negativado na praça pode trazer inúmeras restrições! Se você tem planos de financiar um imóvel ou um carro, por exemplo, dificilmente vai conseguir se estiver com dívidas pendentes. Por isso, você pode fazer um empréstimo para limpar o seu nome, melhorar o seu score de crédito e, dessa forma, dar sequência a outros planos que exijam a liberação de um financiamento.

 

Emergências médicas

 

Com saúde, não se brinca! Nunca se sabe quando algum membro da família pode ter uma emergência nesse sentido, precisando de uma intervenção cirúrgica, medicamentos de valor elevado ou algum outro tratamento caro. Se você não tem um plano de saúde que cubra esses custos e nem uma reserva de emergência, o empréstimo pessoal é a única solução para garantir que a saúde dessa pessoa possa se restabelecer.

 

Comprar o seu imóvel próprio

 

Muitas pessoas ainda sonham com a casa própria e já se certificaram de que, para elas, essa é uma opção melhor do que morar de aluguel. Se esse é o seu caso, essa é uma situação em que contrair um empréstimo é praticamente a única opção! Afinal, são pouquíssimas as pessoas que teriam condições de comprar um imóvel pagando à vista.

O financiamento imobiliário vale a pena porque tem taxas mais acessíveis (inclusive, nesse ano de 2021 os juros para compra de imóveis estão bem atrativos) e o bem se valoriza. Ou seja, se daqui a dez anos você resolver vender esse imóvel, vai conseguir um valor maior do que aquele pelo qual comprou.

Nesse caso, estamos falando de financiamento com valores mais elevados, mas o empréstimo pessoal pode ajudar também em questões isoladas, como o pagamento da documentação ou do sinal para segurar aquele imóvel, por exemplo.

 

Fazer uma viagem

 

Esse é um tópico polêmico! Afinal, ainda existe uma ideia de que o empréstimo deve ser feito apenas em último caso e para situações de extrema necessidade e urgência. Mas você não precisa ver essa alternativa de crédito como um monstro, basta ter uma boa organização financeira.

Imagine o seguinte cenário: você sempre quis fazer uma determinada viagem com a sua família, para vivenciar uma experiência única, que ficará marcada para sempre nas memórias de todos! Porém, viajar custa caro (especialmente se o destino é um país com uma moeda mais valorizada do que a nossa) e nem sempre é possível investir em um momento como esse contando apenas com a renda familiar.

Nesse caso, o empréstimo entra como o catalisador para a realização desse sonho! Coloque no papel quanto a viagem vai custar, tentando sempre que possível reduzir o valor e faça uma simulação desse crédito. Analise se as parcelas cabem no bolso da família e se não vão comprometer uma fatia do orçamento mais necessária, por exemplo, aquela que paga pelo aluguel ou pelo financiamento do imóvel onde vocês moram.

Se após essa análise vocês perceberem que é possível, pode valer a pena sim!

 

Começar o seu próprio negócio

 

Seja por necessidade ou vocação, cada vez mais brasileiros têm buscado o empreendedorismo como forma de vida e fonte de renda. Porém, por menos estrutura que o negócio exija, sempre é preciso ter um capital como ponto de partida. Especialmente as pessoas que estão empreendendo por necessidade, ou seja, estão sem trabalho, dificilmente vão ter uma reserva para esse momento. Então, mais uma vez, o empréstimo é uma boa saída!

Procure fazer uma análise do mercado, e uma projeção do futuro, para ter ideia do quanto o seu negócio vai faturar e em quanto tempo esse dinheiro vai começar a entrar. Isso vai ajudar na sua própria organização para escolher a melhor opção de empréstimo, levando em conta o prazo para iniciar o pagamento, o valor das parcelas e outros fatores.

 

Reformar a casa

 

É natural que em alguns momentos a nossa casa não esteja mais comportando as necessidades da família, não é mesmo? Seja pelo aparecimento de danos na estrutura, pelo desgaste causado pelo tempo, pela chegada de um novo membro na família, o início do home office e inúmeros outros contextos. Morar em um lar que esteja adequado às demandas dos familiares não é um luxo, é uma necessidade, especialmente em termos de bem-estar e qualidade de vida.

Portanto, se chegou aquele momento em que essa reforma não pode mais ser adiada, mas você não tem uma reserva de emergência para arcar com ela, também pode recorrer ao empréstimo pessoal para possibilitar esse projeto.

 

Comprar à vista com desconto

 

Essa é uma situação que diz respeito a compras de maior valor agregado, como um eletrodoméstico, por exemplo. A maioria dos produtos que as pessoas costumam parcelar oferecem uma boa possibilidade de desconto para quem comprar à vista. Faça as contas: esse desconto vai compensar a pequena taxa de juros do empréstimo pessoal? Se sim, vale a pena fazer o empréstimo para ter condições de negociar nesse sentido.

Imagine que as parcelas do empréstimo vão ser equivalentes às parcelas dessa compra no seu cartão de crédito, caso você tivesse comprado a prazo. Com a diferença que na somatória final você vai ter economizado!

A possibilidade de comprar à vista empodera o consumidor, dando a ele a oportunidade de “ditar as regras” daquela transação comercial.

 

Fluidez do orçamento

 

Além de todas essas situações pontuais que foram descritas acima, em alguns momentos, o empréstimo pessoal também é a saída para recuperar a fluidez do orçamento. Por exemplo: para quem é autônomo, um momento de crise financeira pode ser preocupante porque leva a uma queda brusca no faturamento. Ou até para quem trabalha com carteira assinada, mas sofre uma redução de salário, como aconteceu durante a pandemia. Nesses casos, na falta de uma reserva de emergência, o empréstimo vai trazer um respiro para que a pessoa continue arcando com suas contas essenciais mesmo diante de uma queda no orçamento.

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